Mais de UM MILHÃO de pessoas são alcançadas diretamente pelas ações culturais da FCS em 2020

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Balanço de 2020

 

Os três equipamentos culturais administrados pela Fundação Clóvis Salgado | Fotos: Paulo Lacerda

 

Apesar do cenário atípico provocado pela pandemia, 2020 foi um ano de conquistas para a Fundação Clóvis Salgado (FCS) e de resultados relevantes na produção, difusão e formação cultural. No ano de celebração dos seus 50 anos, a FCS se reinventou, ampliou seu alcance e seu impacto social, humano e econômico. Por meio de sua expertise e experiência, a FCS conseguiu não só manter a oferta dos seus serviços públicos, mas ampliá-la e democratizá-la ainda mais. Consolidou parcerias fundamentais para sua sustentabilidade e realizou investimentos relevantes na melhoria de sua infraestrutura. Os desafios de 2020 foram enormes, mas a instituição também teve conquistas que são legados para os próximos anos.

A celebração planejada dos 50 anos da Fundação Clóvis Salgado tinha como foco ampliar o alcance da instituição aliando tradição, memória, modernidade e inovação. Já no mês de março, o enfrentamento da Covid-19 acabou fazendo com que a instituição acelerasse e ampliasse seu projeto de atuação digital e mediação cultural, estruturado em três eixos: mediação de informação, mediação de conteúdo e mediação crítica. O objetivo foi aprimorar as formas de comunicação e conexão com o público, de maneira mais diversa e efetiva, oferecendo atrações artísticas, debates, reflexões e aulas on-line por meio de várias plataformas.

No dia 03 de abril, foi lançado o projeto PALÁCIO EM SUA COMPANHIA, com publicações diárias nas mídias sociais (Instagram, Facebook e YouTube) e no site da FCS, com vídeos inéditos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, do Coral Lírico de Minas Gerais, da Cia. de Dança Palácio das Artes, de alunos e professores do Centro de Formação Artística e Tecnológica – Cefart –, além dos conteúdos das áreas de cinema e artes visuais.

Entre outubro e novembro de 2020, a FCS também realizou a Temporada de Ópera On-Line. Planejada para o ambiente digital, a programação inaugurou um novo modo de fazer, difundir e refletir sobre a ópera no Brasil e na América Latina, trazendo uma programação de debates, aulas, palestras, mostra de cinema, exposição de artes gráficas e exibição de vídeo inédito dos Corpos Artísticos da FCS.

Em meio a tanto conteúdo, a adesão do público foi incondicional e instantânea. Foram mais de 1 milhão de pessoas alcançadas diretamente pelas ações culturais da FCS (presenciais e digitais), sem considerar a circulação e exibição dos conteúdos de forma indireta, isto é, em redes sociais e sites parceiros, nas mídias sociais de forma geral e na Rede Minas de Televisão. O alcance digital foi de mais de 900 mil pessoas. Mais de 2.000 atividades artísticas foram ofertadas em 2020, sendo 543 atividades presenciais (até o dia 15 de março) e 1.500 atividades virtuais (realizadas nos canais digitais da FCS), mobilizando enorme público e com alta interação.

Na formação cultural, o CEFART VIRTUAL teve enorme alcance e manteve os vínculos com os alunos. O Cefart recebeu aproximadamente 13 mil alunos em 2020, sendo 1.050 matriculados em cursos básicos e técnicos e 11.935 em cursos complementares e de extensão, além de ações de enfrentamento da Covid-19, garantindo a segurança e saúde dos servidores e do público e a continuidade da prestação de serviços.

Um dos banheiros do Palácio das Artes reformados em 2020 | Foto: Paulo Lacerda

Em 2020, foram realizadas várias melhorias e reformas nas instalações do Palácio das Artes, para receber o público com maior segurança e conforto. As manutenções incluíram reformas no palco, nos camarins e na plateia do Grande Teatro CEMIG Palácio das Artes, na Sala Juvenal Dias, no Teatro João Ceschiatti, no Cine Humberto Mauro, nas Galerias e nas áreas comuns do complexo cultural. Os banheiros do Cine Humberto Mauro foram totalmente reformados e outros dois banheiros foram disponibilizados ao público, no Jardim Interno, entre outras obras relevantes para a Instituição.

De acordo com a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Eliane Parreiras, “apesar das inúmeras situações adversas enfrentadas nesse período, a instituição conseguiu se reinventar e manter suas diretrizes de atuação. Descentralizamos o conteúdo artístico, formamos novos públicos e ampliamos a interatividade com a sociedade. Tudo isso com o apoio de uma equipe que não poupou esforços para ver concretizado um de nossos maiores objetivos, que é a democratização do acesso à cultura”, comemora.

Para 2021, é grande a expectativa de retorno das atividades presenciais, que vai depender dos protocolos sanitários, mas que já prevê uma ampla programação artística, a continuidade das ações de mediação cultural (inclusive as digitais) e a comemoração dos 50 anos do Palácio das Artes, um dos espaços culturais mais queridos do país.

Confira nos links abaixo o balanço das atividades de 2020 realizadas pela Fundação Clóvis Salgado.

 

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