Robson Santos | Teimosia

16/10

Sala Juvenal Dias | Palácio das Artes | Av. Afonso Pena, 1537. Centro. Belo Horizonte

No dia 16 de outubro, quarta-feira, às 20h, a Sala Juvenal Dias recebe o artista Robson Santos, que lança seu novo álbum Teimosia.

Poesia, irreverência e autenticidade são algumas das peculiaridades que definem a música do cantor e compositor Robson Santos, que lança no dia 16 de outubro, no Palácio das Artes, o oitavo álbum da sua carreira. Intitulado “Teimosia”, o CD traz 16 faixas inéditas que mesclam um estilo eclético.

Neste trabalho, nomes como Juarez Moreira, Filó Machado, Trio Amaranto e Paula Santoro integram parcerias recheadas de novidades. Com uma ficha técnica irretocável, o CD conta com ainda com a participação de nomes como Deangelo Silva, arranjos e teclado, Felipe Continentino, na bateria; Matheus Barbosa, Filipe Vilas Boas e Marcelijho Guerra nas guitarras; Bruno Veloso, no baixo; Jorge Continentino, no sax; Ulisses Luciano, no flugelhorn; Cibele Codonho e Bárbara Vasconcelos, nas vozes.

Para Robson Santos, a música que dá nome ao álbum “Teimosia”, é uma composição que nasceu para inspirar o sentimento de persistência nas pessoas. “É uma faixa reflexiva, um convite à teimosia, para que as pessoas não desistam fácil dos seus objetivos”, define.  Outra música que chama a atenção no trabalho é  “Feminicídio”, interpretada pela cantora Paula Santoro, que faz uma crítica aos altos índices de violência contra a mulher. Para Robson Santos, é preciso chamar mais a atenção para esse tema tão delicado e rotineiro no Brasil. “Essa composição busca difundir as vozes que pedem socorro, por isso, convidei Paula Santoro, uma grande intérprete feminina, para personificar esse alerta ”, afirma Robson.

O álbum conta também com a faixa “Golpe do Urubu”, um samba recheado de irreverência. A música é composição de Robson, gravada com a cantora paulista Cibele Codonho, parceira de trabalhos anteriores. Os arranjos e o violão são de Filó Machado, parceiro também no EP “Água Clara”, lançado recentemente e que conta com cinco canções autorais.

 

Sobre Robson Santos

Além de compositor e intérprete, Robson Santos é cientista da área cardiovascular. É um dos principais nomes da medicina brasileira no estudo da Hipertensão Arterial. Tem mais de 300 trabalhos publicados em vários países, mas a música não é considerada apenas um hobby. São cerca de 150 composições que vão do rock ao baião, passando pelas baladas, samba, jazz e bossa nova. Foi um dos primeiros artistas independentes do mercado brasileiro, ou seja, nunca houve vínculo com gravadoras. “Gosto de me sentir à vontade, de misturar os estilos e de formar as parcerias de acordo com o que vou “costurando” com minhas vivências e anseios”, define.

Nascido no Rio de Janeiro, Robson já residiu em várias cidades brasileiras e também no exterior (Cleveland_OH), mas criou raízes na capital mineira.  O cientista-músico começou a compor aos 12 anos de idade. As diversas influências culturais que ele teve podem explicar, em parte, a variedade de gêneros de suas canções. “A música para mim é tão importante quanto a medicina e a ciência. Amo as duas coisas e sou as duas coisas”, define Robson Santos.

Informações

Local

Sala Juvenal Dias | Palácio das Artes | Av. Afonso Pena, 1537. Centro. Belo Horizonte

Horário

20h

Duração

1h30min

Classificação

Livre

Informações para o público

3236-7400