Objetivos

Banda DOLORES 602 | Créditos: Natália Lima Castro

Unir vozes, dizeres e conquistas por meio da diversidade musical para demonstrar a abrangência e influência das Vozes Femininas no cenário nacional. Assim será a 4ª edição do Palco de Encontro,  programa da Fundação Clóvis Salgado que busca valorizar a música mineira e seus artistas.

A Banda DOLORES 602 recebe as convidadas: Aline Calixto, Bia Ferreira, Josi Lopes, Marina Machado, Bia Nogueira e Tamara Franklin. 

Formada por Débora Ventura (voz, violão, guitarra), Camila Menezes (baixo, ukulele, voz), Isabella Figueira (bateria, gaita, escaleta) e Táskia Ferraz (guitarra, vocais), a Banda DOLORES 602 divide o palco também com as musicistas Analu Braga (percussão), Vanilce Peixoto (violoncelo) e a multi-instrumentalista Verônica Zanella.

O evento acontecerá no dia 24 de setembro, no Grande Teatro do Palácio das Artes e tem direção cênica e participação de Bia Nogueira e iluminação de Flávia Mafra. 

Palco de Encontro

O Palco de Encontro é um programa da FCS que promove o encontro entre artistas da música mineira no palco do Grande Teatro do Palácio das Artes. Seu objetivo é promover apresentações diferenciadas da produção musical do estado, convidando instrumentistas, cantores, compositores para dividirem o palco e partilharem com o público essas parcerias, que acontecem em sua maioria pela primeira vez em suas carreiras. 

DOLORES 602

Composta pelas mineiras Débora Ventura (voz, violão e guitarra), Camila Menezes (baixo, ukulele e voz), Isabella Figueira (bateria, gaita e escaleta) e Táskia Ferraz (guitarra e vocais). Em 2014, laçaram o primeiro EP, registro fonográfico que trouxe a oportunidade de se apresentarem em diversos festivais de música. Também foram premiadas oito vezes com suas composições em festivais de canção pelo Brasil. 

Analu Braga

Regente e instrumentista, fez oficinas relacionadas à cultura brasileira com diversos mestres da cultura popular. Como integrante do grupo Sarandeiros, participou de diversos festivais de danças folclóricas, tocando em países como Canadá, Espanha, Itália, Bulgária, Peru, Cuba e Argentina. Formou-se no curso de Licenciatura em Educação Musical e ministra aulas e oficinas como arte-educadora, além de puxar a bateria de alguns blocos de carnaval.

Tamara Frankling

Cantora, compositora, pesquisadora da cultura popular/afro-brasileira e MC. Fundou o grupo Ideologia Feminista H2S2 (Hip Hop Sobre o Salto) e foi a primeira mulher mineira a cantar no Festival HÚTUS (2009). Em 2014, lançou o primeiro videoclipe, que deu origem no ano seguinte ao CD de mesmo nome, Anônima. Compôs e dirigiu o projeto de artistas negros de Minas Gerais – “Nós Temos Um Sonho”, junto com Vander Lee, Sergio Pererê e Maurício Tizumba.

Josi Lopes

Atriz, percussionista, cantora e compositora que traz em seu trabalho cênico e musical as fortes referências de sua ancestralidade, em um hibridismo de música étnica. Começou a trajetória nos batuques do Tambor Mineiro em 2008. Se destacou como atriz principal de grandes musicais e lançou o EP “Essência do Tambor” em 2017. Integra a banda ICONILI como vocalista e gravou a 5ª temporada do programa Cantoras do Brasil (Canal Brasil), em parceria com Anna Tréa.

Bia Nogueira

Artista cuja formação e atuação se divide entre o teatro e a música. Junto com sua companhia, o Grupo dos Dez, tem se dedicado à pesquisa estética envolvendo o teatro musical. Participou de inúmeros espetáculos musicais negros, entre eles Madame Satã, Galanga-Chico Rei, Clara Negra, Elekô: Guerreiras, entre outros. É uma das realizadoras do Sonora-Ciclo Internacional de Compositoras, do Mulheres Criando e do IMuNe (Instante da Música Negra). Seu álbum “Diversa” conta com oito canções que intercalam composições próprias e releituras de compositores diversos.

Aline Calixto

Carioca que se mudou para Minas Gerais ainda criança, lançou o primeiro disco em 2009. Logo no álbum de estreia, ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), além de concorrer ao PMB (Prêmio da Música Brasileira). Em 2014, estreou seu bloco de carnaval, Bloco da Calixto. Já dividiu palco com artistas das mais variadas gerações e realizou turnês internacionais para Austrália, França, Espanha, Portugal, Argentina e Itália. Lançou em 2015 seu terceiro trabalho, “Meu Ziriguidum”, e em 2017, seu quarto disco de carreira, “Serpente”.

Bia Ferreira

Multi-instrumentista, compositora, cantora de jazz, blues e soul. Artista do ghetto e voz no mundo negro musical, escreveu “Cota não é esmola” e “Não precisa ser Amélia”. A temática social, especialmente relacionada ao feminismo negro, torna-se uma importante característica do seu trabalho. Tocou no mesmo palco com o rapper Criolo, além de realizar parcerias com rappers nacionais como Preta Rara e Luana Hansen.

Vanilce Peixoto

Violoncelista e arranjadora, integra o duo de violoncelos Du’Orin Cello, onde dedica-se à pesquisa da música popular brasileira. Como integrante da Orquestra Opus, tocou com artistas renomados. Atuou no projeto “Orquestrando Brasil”, gravou e participou como arranjadora do segundo disco intitulado “Tão Tá”, do grupo ‘Luiza Brina e o Liquidificador’. Graduada em Licenciatura em Música pela UFMG em 2013, hoje aperfeiçoa-se no curso de bacharelado em violoncelo na mesma instituição.

Verônica Zanella

Multi-instrumentista, iniciou seus estudos na música aos 5 anos. Posteriormente, estudou violão clássico, arranjo, contrabaixo, guitarra, canto e produção musical. De 2002 a 2007 fez parte do Grupo Clave de Sol, tocando músicas folclóricas. Integrou também uma Banda Católica, realizando diversos shows em Minas Gerais. Atualmente, trabalha com as “cantautoras” Maíra Baldaia e Nath Rodrigues. Acompanhando Maíra, fez três turnês em Portugal.

Marina Machado

Cantora e compositora, participou do álbum de Milton Nascimento "Pietá”, e por cerca de três anos participou da turnê mundial do cantor. Foi a primeira cantora a ser lançada pelo selo de Nascimento, com seu CD “Tempo Quente” (2008). Antes disso, Marina gravou dois álbuns solo e assinou três parcerias fonográficas com o compositor Flávio Henrique. Produziu um álbum experimental com a cantora Regina Souza e a fotógrafa Márcia Charnizon. Criou a Companhia Burlantins, uma parceria com Regina Souza e Maurício Tizumba. Participou de shows e CDs com orquestras e fez parcerias com vários compositores renomados. Atualmente, circula com o musical Mari & Celi estão na Cidade!, em parceria com a cantora Celinha Braga.

 O evento tem correalização da APPA- Arte e Cultura

Lei da meia-entrada: A Lei Federal nº 12.933/2013 dispõe sobre o benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artísticos culturais e esportivos. Clique e acesse o texto na íntegra 

Data de início

24 de Setembro de 2018

Data de término

24 de Setembro de 2018

Endereço

Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537, centro BH)

Preço

R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)

Mais informações

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EVENTO

PALCO DE ENCONTRO | VOZES FEMININAS

HORÁRIO

20h30

DURAÇÃO DO EVENTO

1h

CLASSIFICAÇÃO LIVRE 

INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO
(31) 3236-7400

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