Objetivos

No dia 18 de novembro o músico mineiro Leci Strada sobre ao palco do Grande Teatro do Palácio das Artes apresentando o show Vida. O evento tem abertura da banda Ablusadas e começa às 20h.

O show "Vida" é a celebração cultural da carreira de Leci Strada, músico mineiro de Brumadinho que começou a se despontar como compositor no emblemático ano de 1968, em plena era dos grandes festivais de música brasileira e, portanto, está fazendo bodas de ouro com a música. O  Grande Teatro Palácio das Artes foi o local escolhido para estrear esta turnê e para o lançamento da biografia "Leci Strada: História de uma vida", meio século de música, escrito pelo jornalista Manoel Magalhães. A abertura será das Ablusadas, primeira banda de blues e jazz formada somente por Mulheres, de Belo Horizonte. O convite veio a partir da parceria musical com Brenda Marques, baterista do grupo e Leci Strada. Será um encontro de um artista de longa estrada com uma banda que está despontando como revelação no cenário de Minas e do Brasil, despertando inclusive a atenção de músicos e produtores de outras partes do Brasil e de outros países. 

O show " Vida"se dará no encerramento do I-Poem@- Itinerários Poéticos Migrantes, um encontro internacional da escritura migrante que foi realizado no ano passado no Uruguai e este ano será  de 14 a 18 de novembro,  em Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte e Itabira, incluindo o distrito de Ipoema. A organização é do Instituto Imersão Latina, associação de artistas, escritores e jornalistas independentes que realizam projetos de integração, memória e intercâmbio cultural com artistas, produtores culturais e jornalistas da América Latina, desde 2005. Este será o início da turnê, que terá uma agenda de shows por várias cidades ao longo de 2019, a gravação de um CD de músicas inéditas e a produção de um documentário no Inhotim, o maior centro de arte ao ar livre da América Latina, onde Leci Strada é homenageado em um painel feito pelo artista John Ahearn, de Nova York, em parceria com Rigoberto Torres, de Porto-Rico, em exposição permanente na Galeria da Praça.

"Resolvi celebrar a VIDA, rememorando um pouco do que já fiz, mas muito mais que isso, fazer um trabalho de novo, pois aprendi que a vida se renova a toda hora, que a vida é movimento e ação e que é preciso adquirir sempre novos conhecimentos para amadurecer, senão nós apenas ficamos velhos. Este é o sentido deste trabalho comemorativo: ele rememora minha história de vida e de cantador, o que fiz e as experiências pelas quais passei pra chegar até aqui, mas é também um trabalho inédito, que traz uma renovação em minha cantoria, em meu jeito de fazer música", revela Leci Strada.

Sobre Leci Strada

Ao longo dos seus 70 anos de vida e 50 de música, gravou onze discos, nos vários formatos, compôs trilhas de novelas como "Seu Moço" e o clip da música de "Canto de Louvor" foi lançado no “Fantástico”. Viajou o Brasil inteiro cantando "Voar com gaiola e tudo", nas

melhores casas do ramo. As três músicas citadas são irmãs de numerosas outras que lhe deram o sabor de sentir-se um verdadeiro “cantautor”, como os espanhóis simpaticamente se referem aos cantores que são autores de suas canções. Por outra lado, a vida do artista também foi dura muitas vezes, ele morou de favor em bordéis, dormiu na rua, sentiu frio, passou fome, sobreviveu a um câncer...enfim, experimentou o verso e o reverso nas trilhas do mundo.

O aprendizado musical do artista Leci se deu em bandas de baile e casas noturnas. Mineiro de Brumadinho, a sua formação profissional se deu na prática artística, cantando em bandas de bailes e casas noturnas de Belo Horizonte, Nordeste, Rio de Janeiro e São Paulo. 

Hoje com dois compactos, três LPs, três CDs e um DVD gravados, Leci Strada prepara seu novo disco de inéditas. Ele se considera hoje em sua melhor fase criativa: "Faço tudo isso porque recentemente, aos 70 anos, me redescobri em primavera criadora como compositor, produzindo nove músicas em um único mês e já tendo pelo menos 50 letras novas para serem musicadas. Então achei que era motivo suficiente para me jogar de novo na vida e dividir minha arte e minha história com as gentes do planeta que também amam viver", celebra Leci.

Sobre as Ablusadas

Ablusadas é primeira banda da atualidade de blues, formada exclusivamente por mulheres. A proposta resgata o conceito popular dos anos 20 aos anos 50 de big bands, com a exclusividade de ser um octeto feminino. As Ablusadas hoje são oito artistas: Roberta Magalhães (vocalista), Brenda Marques (baterista), Débora Coimbra (baixista e backing vocal), Mel Martins (guitarrista), Milena Zannini (teclados e piano), Mi Maravilha (trombone), Lidiane Nunes (sax alto) e Camila Barreto (sax tenor). O repertório traz composições autorais de blues em português e inglês e também releituras de clássicos do blues, do jazz e do rockabilly, fazendo um passeio desde a raiz do gênero até produções mais contemporâneas. O grupo rende homenagens às grandes divas Etta James, Peggy Lee, Wynona Carr, Ella Fitzgerald, Nina Simone e Imelda May, sem deixar de lembrar de nomes do peso de Ray Charles e Screamin’ Jay Hawkins, entre outros grandes nomes do estilo. As Ablusadas  são responsáveis pela produção do projeto Mulheres no Museu, de protagonismo artístico feminino, que foi realizado em março deste ano, no Museu de Arte da Pampulha e participaram de vários festivais e eventos da cena blues e jazz da capital. A repercussão da banda tem sido crescente, chamando a atenção de grandes produções. Em junho de 2018 foi selecionada para o 4º Festival BB Seguridade de Blues e Jazz, fazendo história ao tocar em um evento que reuniu grandes mestres do estilo, como Pepeu Gomes, Nuno Mindelis, Hermeto Pascoal e Stanley Jordan. Foram a única banda da capital mineira participando do evento e representando a nova geração de blues. A banda capa inclusive de jornais de grande circulação em Minas e teve a cobertura feita pela Rede Minas, em especial para o programa Hipershow. Estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais também estiveram presentes e registraram a importância das Ablusadas neste cenários de protagonismo feminino na música e puderam compartilhar esta experiência durante o curso de graduação em música. Apesar de ter apenas um ano de formação, as Ablusadas reúnem mulheres que já participaram de vários projetos artísticos como bandas: Black Blues, Cáustica, Faca Amolada e as mulheres dos metais tocam em uma banda tradicional de Santa Luzia. São musicistas que também transitam também por outras artes como as artes visuais e poesia. Estão preparando um álbum com músicas autorais para 2019, sendo que dois singles deste trabalho já foram lançados em plataformas digitais. A experiência de tocar no show de abertura do show da "Vida" de Leci Strada é uma honra para as integrantes pela importância histórica que o artista tem no cenário da música brasileira.

Lei da meia-entrada: A Lei Federal nº 12.933/2013 dispõe sobre o benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artísticos culturais e esportivos. Clique e acesse o texto na íntegra 

Data de início

18 de Novembro de 2018

Data de término

18 de Novembro de 2018

Endereço

Grande Teatro do Palácio das Artes | Av. Afonso Pena, 1.537 – Centro – Belo Horizonte/MG.

Preço

Plateia I: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada) | Plateia II: R$ 30,00 e R$ 15.00 (meia-entrada) | Superior: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada)

Mais informações

comprar ingressos

EVENTO

Leci Strada | Vida

HORÁRIO

20h

DURAÇÃO

120 minutos 

CLASSIFICAÇÃO Livre

INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO

(31) 3236-7400

Banner Rodapé Unimed
Banner Rodapé Vivo
Banner Rodapé Globo Minas