Mostra de Dança Cefart

publicado por Admin Master em 10 de junho 2019

 

Estudantes da Escola de Tecnologia do Espetáculo também participarão da mostra, executando toda a parte técnica da montagem

 

A Fundação Clóvis Salgado promove mais uma edição da Mostra de Dança dos Alunos do Centro de Formação Artística e Tecnológica – Cefart. Reunindo estudantes de diferentes ciclos de formação do Curso de Dança, a mostra vai contar com 21 trabalhos autorais, desenvolvidos em parceria com os professores. Para este ano, o evento terá, também, a participação dos estudantes da Escola de Tecnologia do Espetáculo, que serão responsáveis pela parte técnica da montagem, assumindo iluminação, cenografia, figurino e sonoplastia das apresentações.

A Mostra de Dança dos Alunos do Cefart é uma iniciativa da Fundação Clóvis Salgado que visa à formação ampla dos estudantes de dança, envolvendo todas as etapas da Escola, do ciclo básico ao curso técnico. Já tradicional na agenda de atividades do Cefart, a Mostra propicia ao estudante a possibilidade de experimentar a dinâmica e a rotina de um palco. Em 2019, serão duas apresentações realizadas no Teatro Marília.

Para Fabrício Martins, coordenador do Programa de Residência Artística do Cefart, o evento é de grande importância para os alunos, pois é por meio da realização contínua da mostra que os estudantes têm a oportunidade de compartilhar, com as famílias e com o público, parte do processo de ensino-aprendizagem realizado na escola. “A Mostra se configura como um espaço que incentiva a criatividade e autoralidade dos estudantes no exercício da criação e composição de seus próprios trabalhos, compartilhando parte desse processo com familiares, amigos e convidados”, destaca.

Dentre as diversas apresentações que compõem o programa da Mostra, haverá uma criação especial dos alunos do 3º ano Técnico em Dança. Estruturada como uma experimentação em dança, a coreografia “Mais um sem Título”, é resultado de um processo criativo que foi impulsionado pelos desejos e perspectivas em dança de cada bailarino/a. A partir disso, a construção poética dessa montagem se fez pela escuta e pelo encontro desses corpos com o artista Rodrigo Giése, que há 35 anos é bailarino da Cia de Dança do Palácio das Artes, e orientou algumas etapas na criação dessa montagem.