INGRESSO

a partir de R$15

Lei de Meia Entrada

Quem tem direito:

Estudantes

Idosos

Pessoas com deficiência

Jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes

Para saber as condições que dão direito à meia-entrada acesse o texto na íntegra.

Olivêra apresenta, na Sala Juvenal Dias, no Palácio das Artes, o repertório de seu sexto disco, “Finja que não me conhece”, misturando rock, brega e mpb.

Sem sobrenome que valha, de um jeito todo esquisito, no dia 16 de abril (quinta-feira), às 20h, o cantor e compositor Olivêra faz o show “Finja que não me conhece”, na Sala Juvenal Dias, no Palácio das Artes, Centro de Belo Horizonte, ao lado do Parque Municipal.

Seguindo a estética indie, retrô e brasileira, a apresentação autoral reforça o orgulho de se nadar contra a maré e enaltece a beleza do ostracismo involuntário, brincando com a excentricidade démodé-futurista do artista, que mistura rock, punk, hardcore, funk, soul e mpb, consolidando o que a crítica chama de rock-brega-jovem-guardista-conceitual – simples sem ser banal.

Um ilustre desconhecido, cronista do absurdo comum e filósofo do humor trivial, em “Finja que não me conhece”, Olivêra traz referências de Blitz, Premeditando o Breque, Zéu Britto, Arrigo Barnabé, Bidê ou Balde, Gang 90, Engenheiros do Hawaii e Falcão. O popular rústico/transado Cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor musical e jornalista, Olivêra é natural de Ipatinga e tem 6 discos lançados: “Teimoso, vaidoso e outros defeitos mais” (2017); “Canções Ingratas” (2018); “Esqueça a cortesia, rasgue a poesia” (2019); “Brasileiro Nato” (2020); “Terceiro Mundo Transcendental” (2022); e “Finja que não me conhece” (2025). Além disso, há os singles: “Num outdoor, volta pra mim” (2021); “Qualquer Dia” (2023); “Pra lá desse lugar” (2024). Olivêra também é cantor/baixista do projeto “Bandido Corazón”, tecladista da banda de ska- punk “O Leopardo” e dos blocos “Toca Raul Agremiação Psicodélica” e “Bloco Fúnebre”, tradicionais no Carnaval de Belo Horizonte.

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