Em 2026, a ATOM Pink Floyd apresenta “Ten Years in the Machine” — um espetáculo que marca uma década de trajetória e consolida a banda como a principal referência em tributo ao Pink Floyd no Brasil.
Para celebrar essa marca, a ATOM apresenta o show em sua versão mais ambiciosa: pela primeira vez em dez anos, o repertório do Pink Floyd ganha contornos sinfônicos ao vivo no palco da banda. Uma orquestra em formação camerística dialoga com os músicos em tempo real, abrindo uma nova dimensão para canções que sempre carregaram, em sua origem, um espírito sinfônico.
Inspirado na icônica “Welcome to the Machine”, de Roger Waters, o nome da turnê ganha um novo significado: uma engrenagem viva onde som, luz, imagem, orquestra e emoção se conectam em tempo real.
Aqui, o espectador não apenas assiste. Ele sente. Ele atravessa. Ele faz parte.
A orquestra entra em cena
A presença orquestral foi pensada como diálogo, não como adorno. Em algumas faixas, as cordas conduzem; em outras, comentam, sustentam ou respondem aos solos da banda. O resultado é uma textura nova, que respeita a obra original e ao mesmo tempo revela camadas que muitas vezes ficam subentendidas em apresentações de tributo.
A formação foi concebida em formato camerístico — privilegiando precisão, nitidez e intimidade sonora em vez de volume — e foi desenhada especificamente para esta turnê comemorativa. Os arranjos integram a orquestra à narrativa do show como uma camada estrutural, não decorativa.
Uma década de evolução
Em dez anos de atividade, a ATOM percorreu mais de 20 cidades brasileiras, levando seu espetáculo a mais de 120 mil espectadores. A trajetória é marcada por um crescimento contínuo: a banda partiu de teatros tradicionais e hoje ocupa as principais casas do país — entre elas Tokio Marine Hall (SP) e BeFly Hall (BH), com capacidade acima de quatro mil pessoas.
Cada turnê — Coming Back to Life (2022), Eclipse (2023), Echoes (2024) e Wish You Were Here 50 Anos (2025) — trouxe ganhos de produção, repertório e amadurecimento artístico. “Ten Years in the Machine” é o ponto de chegada dessa caminhada — e a primeira vez em que o projeto ganha dimensão sinfônica ao vivo.
Uma experiência além do show
O espetáculo foi concebido como uma jornada sensorial. Cada elemento é pensado para envolver o público de forma progressiva — da atmosfera inicial à intensidade máxima — em um fluxo contínuo que transforma o palco em ambiente imersivo:
• Orquestra ao vivo em diálogo permanente com a banda.
• Projeções visuais sincronizadas com a execução musical.
• Desenho de luz cinematográfico, construído para cada momento da narrativa.
• Reconstrução fiel dos timbres e arranjos originais do Pink Floyd.
• Curva dramática que conduz o público da contemplação à catarse.
O universo do Pink Floyd em uma só noite
A turnê percorre diferentes fases da obra do Pink Floyd, dos experimentos psicodélicos dos anos 1960 à grandiosidade de The Dark Side of the Moon, Wish You Were Here, Animals e The Wall, passando pelo período pós-Waters. A presença orquestral devolve a essas canções a amplitude sinfônica que sempre habitou suas gravações.
A proposta vai além de revisitar clássicos. A ATOM recria a atmosfera que tornou essas obras atemporais — respeitando cada detalhe sonoro e visual — enquanto entrega uma performance madura, construída ao longo de mais de uma década de evolução.
Para quem já conhece, é a chance de reviver de uma forma inédita.
Para quem nunca viveu, é a oportunidade de experimentar pela primeira vez.
A máquina em movimento
Se o Pink Floyd transformou o palco em experiência sensorial, a ATOM construiu, ao longo de dez anos, uma trajetória dedicada a honrar e expandir essa proposta. Em 2026, esse compromisso ganha sua versão mais completa.
A máquina não parou.
Ela ganhou forma.
Se fortaleceu.
E agora ganha o som de uma orquestra ao vivo.