Aos 90 anos, completados em 8 de dezembro do ano passado, Alaíde Costa lança, em novembro, “Meu vício na dor de amar demais”, o terceiro e último álbum da trilogia idealizada por Emicida e Marcus Preto em 2020 e produzida por ambos ao lado de Pupillo. O disco fecha o ciclo aberto por “O que Meus Calos Dizem Sobre Mim” (2022) e “E o Tempo Agora Quer Voar” (2024).
O repertório reúne canções inéditas de nomes como Chico César, Adriana Calcanhotto, Fátima Guedes, Joyce Moreno, Guilherme Arantes e Nando Reis, entre outros, reunidas em torno do amor e de suas dores.
A gravação aconteceu no estúdio Da Pá Virada, em São Paulo, com Alaíde ao lado de Pupillo — que também assina a bateria e as percussões —, do baixista Fábio Sá e do violonista Leonardo Mendes. Os arranjos de cordas, como nos álbuns anteriores, são de Antonio Neves e Henrique Albino e amarram o disco ao lado dos metais.
O projeto tem patrocínio do Natura Musical.