História Permanente do Cinema Especial | Sessões Comentadas

02/10 - 31/10

Canal da Fundação Clóvis Salgado no YouTube

Alguns filmes da mostra Expressionismo Alemão, que reuiniu longas-metragens de um dos movimentos cinematográficos mais influentes da história das artes, permanecerão disponíveis no Canal da FCS no YouTube até o dia 31 de outubro de 2020. Os longas que seguem disponíveis aos espectadores foram contemplados com uma sessão da série História Permanente do Cinema Especial, com comentários de especialistas gravados para a  ocasião. Os comentários em vídeo permanecerão no Canal até o final do ano de 2020. Este evento possui correlização da Appa – Arte e Cultura.

A mostra on-line Expressionismo Alemão disponibilizou filmes dos alemães Robert Wiene (1873 – 1938), Friedrich Wilhelm Murnau (1888 – 1931), Paul Leni (1885 – 1929), dos austríacos Fritz Lang (1890 – 1976) e Georg Whilhelm (1885 – 1967), e diversos outros diretores que marcaram o movimento. O programa integra o projeto Palácio em Sua Companhia, e tem o objetivo de continuar garantindo ao público o repertório do Cine Humberto Mauro durante o período de isolamento social, de forma acessível e segura.

 

Confira a programação completa de longas comentados:

Nosferatu (1922) | Comentários por Bruno Hilário, Mariah Soares, Vitor Miranda e Júlio Cruz

Nosferatu, de F. W. Murnau (Nosferatu, eine Symphonie des Grauens, ALE, 1922) | 12 anos | 94’

Hutter, agente imobiliário, viaja até os Montes Cárpatos para vender um castelo no Mar Báltico, cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock, na verdade, um milenar vampiro que, buscando poder, se muda para Bremen, Alemanha, espalhando o terror na região. Curiosamente, quem pode reverter esta situação é Ellen, a esposa de Hutter, pois Orlock, está atraído por ela.

Comentários: Gerência do Cine Humberto Mauro.

Bruno Hilário. Graduado em Cinema e Audiovisual. É gerente curador do Cine Humberto Mauro, trabalhando na curadoria e produção de mostras de Cinema. Participa desde 2009 da equipe de produção do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (FESTCURTASBH), sendo coordenador geral do evento, que chega à sua 22ª edição em 2020.

Mariah Soares. É curadora, coordenadora de produção e produtora de cópias do Cineclube Aranha, que organiza sessões comentadas no Cine Santa Tereza de filmes dirigidos por mulheres.  Produtora do Cine Humberto Mauro desde 2013. Uma das curadoras das mostras Cineastas Mineiras, Corpo Político e Clássicos Africanos Restaurados.

Vitor Miranda. Atua nas assistências de produção, curadoria e programação das mostras recorrentes do Cine Humberto Mauro desde novembro de 2014, assumindo a produção de diversas mostras de extrema relevância para a cidade, como: 16º, 17º, 18º e 19º e 20ºFESTCURTASBH; Tarkovski – Eterno Retorno; Retrospectiva Jean-Luc Cinema Godard; Ida Lupino; Joaquim Pedro de Andrade; Clássicos Franceses Restaurados, entre outras.

Julio Cruz. Bacharel em Cinema e Audiovisual, dirigiu o curta-metragem José Baleia, com estréia em Tiradentes em 2015. Fez parte do Juri Jovem da 15° Mostra de Cinema de Tiradentes, criou em 2014 a revista Cinema Proletário. Desde 2019 é sócio de Vitor Miranda na Hatari Filmes, empresa que realiza serviços técnicos para diversos clientes, online e presencial, com destaque para Forumdoc.BH, Max Industria Audiovisual 360 e Festcurtas BH.

Fausto (1926) | Comentário por Luiz Paixão

Fausto, de F.W. Murnau (Faust – Eine Deutsche Volkssage, ALE, 1926) | 14 anos | 116’

Baseado na famosa peça de Goethe, temos Fausto, um velho alquimista que vê sua cidade ser assolada pela peste negra. Vendo tanta morte, começa a pensar sobre sua própria finitude. Ele então evoca Mefistófeles e lhe pede de volta sua juventude eterna. O demônio a garante, em troca da alma de Fausto. Tudo parecia perfeito, até Fausto se apaixonar por uma jovem italiana.

Comentários: Luiz Paixão. Iniciou sua carreira de professor de História do Teatro e Interpretação Dramática no ano de 1983, lecionando na Oficina de Teatro-Escola de Arte Cênica. Em 1984 foi convidado a integrar o corpo docente do Curso Profissionalizante de Teatro da Fundação Clóvis Salgado. Juntamente com a atriz Anália Marques, fundou a COMPANHIA DE TEATRO e, em 1996, também em parceria com Anália Marques, criou a COMPANHIA DE TEATRO-ESCOLA DE ARTE. Doutor em Literatura Brasileira pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

Mediação: Bruno Hilário.

Caixa de Pandora (1929) | Comentário por Julia Katharine

A Caixa de Pandora, de Georg Wilhelm Pabst (Die Büchse der Pandora, ALE, 1929) | 12 anos | 130′

A beleza e o charme da jovem Lulu (Louise Brooks) costuma deixar os homens atordoados. Em um dos seus jogos de sedução, ela conquista o amor de Peter Schön (Fritz Kortner), diretor de um importante jornal. Embalados pelo romance, os dois se casam rapidamente. Mas existe um entrave para a harmonia do relacionamento: Peter Schön tem ciúmes de seu próprio filho, Alwa (Francis Lederer). Durante uma violenta discussão sobre essa situação, Lulu acaba matando o marido para se defender. Agora, ela precisa fugir, e decide fazer isso na companhia de seu enteado.

Comentários após a sessão: Julia Katharine. Diretora, roteirista e atriz do filme TEA FOR TWO (2019), vencedor do Prêmio Guarani de Melhor Curta-Metragem – Academia Guarani de Cinema Brasileiro. Foi, ainda, atriz e co-roteirista do filme LEMBRO MAIS DOS CORVOS (2018). Vencedora do prêmio Helena Ignez, dedicado ao trabalho de mulheres no cinema brasileiro da 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes. É também vencedora do Prêmio de Melhor atriz coadjuvante no Festival Guarnicê de Cinema, pelo filme OS CUIDADOS QUE SE TEM COM O CUIDADO QUE OS OUTROS DEVEM TER CONSIGO MESMO, dirigido por Gustavo Vinagre.

Mediação: Mariah Soares.

Gente no Domingo (1930) | Comentários por Vitor Miranda e Júlio Cruz

Gente no Domingo, de Robert Siodmak e Edgar G. Ulmer (Menschen am Sonntag, ALE, 1930) | 10 anos | 74’

Documentário do cinema mudo que mostra uma Alemanha dos anos 20 repleta de beleza e paz, retratadas pela vida cotidiana de pessoas comuns.

Comentários: Vitor Miranda e Júlio Cruz.

Vitor Miranda. Atua nas assistências de produção, curadoria e programação das mostras recorrentes do Cine Humberto Mauro desde novembro de 2014, assumindo a produção de diversas mostras de extrema relevância para a cidade, como: 16º, 17º, 18º e 19º e 20ºFESTCURTASBH; Tarkovski – Eterno Retorno; Retrospectiva Jean-Luc Cinema Godard; Ida Lupino; Joaquim Pedro de Andrade; Clássicos Franceses Restaurados, entre outras.

Julio Cruz. Bacharel em Cinema e Audiovisual, dirigiu o curta-metragem José Baleia, com estréia em Tiradentes em 2015. Fez parte do Juri Jovem da 15° Mostra de Cinema de Tiradentes, criou em 2014 a revista Cinema Proletário. Desde 2019 é sócio de Vitor Miranda na Hatari Filmes, empresa que realiza serviços técnicos para diversos clientes, online e presencial, com destaque para Forumdoc.BH, Max Industria Audiovisual 360 e Festcurtas BH.

A Boneca do Amor (1919) | Comentário por Yasmine Evaristo

A Boneca do Amor, de Ernst Lubitsch (Die Puppe, ALE, 1919) | 12 anos | 66′
Aristocrata monta uma farsa amorosa por interesse financeiro, mas se apaixona pela boneca que mandou fabricar para que fingisse ser a sua futura esposa.

Comentários: Yasmine Evaristo. Graduanda em Letras pelo CEFET-MG, graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard, presquisa a representação e representatividade da população negra no cinema, produtora de conteúdo para os canais Entrando Numa Fria e Clube da Poltrona.

O Golem (1920) | Comentário por Diego Souza

O Golem – Como Veio ao Mundo, de Carl Boese, Paul Wegener (Der Golem, wie er in die Welt kam, ALE, 1920) | 12 anos | 68’
O Golem, mito de uma lenda judaica, é um ser de barro que ganha vida quando um mago usa a mágica de um antigo livro da Cabala. O monstro de barro, interpretado pelo próprio diretor Paul Wegener, foi criado para proteger os judeus
dos ataques anti-semitas.

Comentários: Diego Silva Souza. Jornalista e crítico de cinema. Em 2020 compôs o Júri Jovem da Mostra Olhos Livres da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes e atualmente faz parte da curadoria do 9° CineCipó – Festival de Filme Internacional de Filme Insurgente e da Comissão Julgadora da 2ª Mostra de Curtas Cinecubo.

A Ópera dos Três Vinténs (1931) | Comentário por Luiz Paixão

A Ópera dos Três Vinténs, de Georg Wilhelm Pabst (Die 3 Groschen-Oper, ALE, 1931) | 14 anos | 112′

Em Londres, na virada do século, o bandido Mackie Messer se casa com Polly sem o conhecimento de seu pai, Peachum, o “rei dos mendigos”. Adaptação da obra de Bertolt Brecht.

Comentários: Luíz Paixão. Iniciou sua carreira de professor de História do Teatro e Interpretação Dramática no ano de 1983, lecionando na Oficina de Teatro-Escola de Arte Cênica. Em 1984 foi convidado a integrar o corpo docente do Curso Profissionalizante de Teatro da Fundação Clóvis Salgado. Juntamente com a atriz Anália Marques, fundou a COMPANHIA DE TEATRO e, em 1996, também em parceria com Anália Marques, criou a COMPANHIA DE TEATRO-ESCOLA DE ARTE. Doutor em Literatura Brasileira pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

A Última Gargalhada (1924) | Comentário por Breno Henrique

A Última Gargalhada, de F.W. Murnau (Der Letzte Mann, ALE, 1924) | Livre | 87’

O elegante hotel Atlantis, de Berlim, possui um porteiro já idoso que sente muito orgulho do seu trabalho, agindo sempre com dedicação e se comportando como um general, em seu resplandecente uniforme, sendo sempre tratado com respeito pelos amigos e vizinhos. Entretanto, o novo gerente do hotel se mostra insensível quando vê o velho porteiro se recompor, parando para descansar, após carregar uma pesada bagagem. O gerente decide que o porteiro é velho demais para o cargo e o rebaixa para criado do banheiro masculino. Isto provoca um efeito desastroso na auto-estima e no prestígio do porteiro.

Comentários: Breno Henrique. Bacharel em Cinema e Audiovisual pelo Centro Universitário UNA e Mestrando em Comunicação Social pela UFMG. Trabalha com artes visuais, direção de arte e realização audiovisual. Escreveu e dirigiu o curta metragem Como se o céu fosse oceano; vencedor do prêmio de melhor filme na mostra Competitiva  Minas do 21° Festival Internacional de Curta Metragens de Belo Horizonte FESTCURTAS BH. Foi professor do curso de Direção de arte e Cenografia do Núcleo de Produção Digital da Prefeitura de Belo Horizonte.

Metropolis (192) | Comentário por Thaiz Araújo

Metrópolis, de Fritz Lang (ALE, 1927) | Livre | 150’

O ano é 2026, a população mundial se divide em duas classes: a elite dominante e a classe operária; esta é condenada desde a infância a habitar os subsolos, escravos das monstruosas máquinas que controlam a Metrópolis. Quando o filho
do criador de Metrópolis se apaixona por Maria, a líder dos operários, tem início a mais simbólica luta de classe já registrada pelo cinema.

Comentários: Thaiz Araújo. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Artes, Cultura e Linguagens da Universidade Federal de Juiz de Fora, na linha de pesquisa em cinema e audiovisual. Bacharela em Artes e Design e em Cinema e Audiovisual, ambos pela UFJF. Dirigiu o curta-metragem “A Fita” (2015), exibido na 20° Mostra de Cinema de Tiradentes na categoria Mostra Cena Regional (2017). Atualmente participa dos grupos de pesquisa ENTELAS e também do projeto de extensão Cineclube Movimento (IAD/UFJF).

A Morte Cansada (1921) | Comentário por João Campos

A Morte Cansada, de Fritz Lang (Der müde Tod, ALE, 1921) | 12 anos | 97’

Num vilarejo europeu do século XIX, a Morte leva um jovem quando ele estava prestes a se casar. Sua noiva, aos prantos, suplica que devolva a vida do seu amor. A Morte decide dar uma chance à jovem desesperada, prometendo
devolver a vida do noivo se ela conseguir evitar a morte de uma das três vidas prestes a perecer. Lang mostra, então, a história das três luzes; na exótica Pérsia, na Veneza Renascentista, e na China Imperial. Três tentativas de esperança. Três conflitos entre o amor e a morte.

Comentários: João Campos. ,Crítico, pesquisador e programador de cinema. Estuda as aparições das cidades do DF nos filmes de Adirley Queirós na FFLCH-USP. Entre 2016 e 2020, foi redator da revista de cinema Rocinante (MG). Atualmente integra o grupo de programadores do cinecubo IAB-SP, cineclube do Instituto dos Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo. É pesquisador associado ao Núcleo de Antropologia, Performance e Drama (NAPEDRA-USP) e faz parte do coletivo Zagaia (SP), colaborando na edição e redação da Zagaia em Revista – periódico dedicado a discussões sobre arte e política.

Diário de Uma Garota Perdida (1929) | Comentário por Maria Eduarda Gambogi

Diário de uma Garota Perdida, de Georg Wilhelm Pabst (Tagebuch einer Verlorenen, ALE, 1929) | 14 anos | 112′
Thymian (Louise Brooks) é uma jovem e bela garota, que literalmente não vive um “conto de fadas”. Sua governanta, Elizabeth, é despedida grávida, e logo depois encontrada morta por afogamento. No mesmo dia que soube da tragédia, seu pai contrata uma nova governanta, Meta. Meinert, um farmacêutico oportunista engravida Thymian. Quando ela recusa o casamento, o bebê é afastado, e Thymian é colocada em um rígido reformatório para meninas. A partir destes fatos, sua vida se transforma num pesadelo sem fim, com muitas reviravoltas, entre garota de bordel a uma respeitada Condessa.

Comentários: Maria Eduarda Gambogi. Realizadora, roteirista, atriz e crítica de cinema. Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense e em Cinema pela Escola Livre de Cinema (E.L.C./BH), trabalha, há sete anos, com cinema e audiovisual. No campo da crítica, integra o coletivo Elviras, tendo colaborado com diversas revistas virtuais. Fez parte, também, do júri jovem da Mostra de Cinema de Tiradentes (2019) e do corpo crítico do Festival Janela Internacional de Cinema de Recife (2017).

Sessões especiais Cinema e Psicanálise:

Aurora (1927)Comentário por Nohemi Brown

Aurora, de F.W. Murnau (Sunrise: A Song of Two Humans, EUA, 1927) | 14 anos | 94′

Um homem pondera matar sua inocente esposa, mas é acometido pela culpa, e a mulher reage com terror quando suas intenções ficam claras. Enquanto isso, o marido tenta levar adiante o plano, mas é atormentado por uma sedutora mulher da cidade, que chega a assombrar os pensamentos do homem. O casal, que é do interior, acaba tendo suas vidas destruídas pela mulher que veio de fora.

Comentários: Nohemi Brown. Psicóloga, Mestrado na Universidad Complutense de Madrid (Revalidação UFRJ). Doutorado na Universidad Autonoma de Madrid (Revalidação UFRJ); Psicanalista Membro da AMP e da EBP; Autora do livro: Lacan y Dalí: Dos obras, dos caminos, un encuentro.

Mediação: Lúcia Grossi. Psicanalista membro da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP); formada em Psicologia pela UFMG; mestre em Filosofia pela UFMG; Doutora pela Université Paris 7, no Departamento de Psicopatologia Fundamental e Psicanálise. Publicou o livro “O Conceito de repetição em Freud”, Editora Escuta, 2002.

M, o Vampiro de Dusseldorf (1931) | Comentário por Juliana Motta

M, o Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang (M, ALE, 1931) | 12 anos | 109′

Um misterioso infanticida leva o terror a Dusseldorf. A polícia local não consegue capturar o serial killer, então, um grupo de foras-da-lei se une para encontrar o assassino. Capturado pelos marginais, ele é julgado por um tribunal de criminosos e é acusado de ter quebrado a ética do submundo.

Comentários: Juliana Meireles Motta. Psicanalista. Membro da Escola Brasileira de Psicanálise/AMP.

Mediação: Lúcia Grossi. Psicanalista membro da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP); formada em Psicologia pela UFMG; mestre em Filosofia pela UFMG; Doutora pela Université Paris 7, no Departamento de Psicopatologia Fundamental e Psicanálise. Publicou o livro “O Conceito de repetição em Freud”, Editora Escuta, 2002.

O Gabinete do Dr. Caligari (1920) | Comentário por Musso Greco

O Gabinete do Dr. Caligari, de Robert Wiene (Das Kabinett des Doktor Caligari, ALE, 1920) | 10 anos | 86’

Num pequeno vilarejo da fronteira holandesa, um misterioso hipnotizador, Dr. Caligari (Krauss), chega acompanhado do sonâmbulo Cesare (Veidit) que, supostamente, estaria adormecido por 23 anos. À noite, Cesare perambula pela cidade, concretizando as previsões funestas do seu mestre, o Dr. Caligari.

Comentários: Musso Greco. Psiquiatra e psicanalista, membro da EBP-Escola Brasileira de Psicanálise e da AMP-Associação Mundial de Psicanálise, com mestrado em Psicologia e doutorado em Ciências da Saúde pela UFMG. Atualmente, como sócio-fundador da O.S.C. AIC-Agência de Iniciativas Cidadãs, coordena o projeto psicossocial Desembola na Ideia, voltado ao atendimento de adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Lúcia Grossi: Psicanalista membro da Escola Brasileira de Psicanálise (EBP) e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP); formada em Psicologia pela UFMG; mestre em Filosofia pela UFMG; Doutora pela Université Paris 7, no Departamento de Psicopatologia Fundamental e Psicanálise. Publicou o livro “O Conceito de repetição em Freud”, Editora Escuta, 2002.

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